segunda-feira, 19 de novembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

História Essencial de Portugal - Prof. José Hermano Saraiva

 
Na companhia de um excecional narrador, os episódios mais decisivos da nossa História.
 
É a primeira vez que uma obra de divulgação com estas características, alcance e relevância surge no panorama audiovisual português.
 
Uma grandiosa retrospetiva dos principais acontecimentos, apresentados numa narrativa cronológica e com o apoio de imagens recolhidas nos locais referidos.
 
No lar ou na escola, uma obra tão fascinante como acessível e esclarecedora, idealizada para jovens e adultos.
 

Volume I - Das Origens à Revolução de 1245-1248

Numa História essencial de Portugal só têm lugar os factos "essenciais", isto é, aqueles acontecimentos que permitem compreender a evolução global das sociedades.
 
Neste vídeo expõem-se as raízes mais antigas da nacionalidade e dá-se particular relevo à ação colonizadora dos Romanos, aos aspetos sociais da Reconquista cristã, ao despertar da Independência Portuguesa e por fim à primeira grande crise monárquica que culmina com a deposição de D. Sancho II e o reinado de D. Afonso III, o Bolonhês, que introduz uma época nova na História nacional.
 

Volume II - De D. Dinis à Conquista de Ceuta (1248-1415)

Este vídeo começa com alguns dados essenciais sobre a vida de Santo António e de Pedro Hispano, o único papa português. Referem-se os progressos da época de D. Dinis e a tragédia da guerra civil que afogou em sangue o fim desse reinado. É no tempo do seu sucessor que Portugal é devastado pela "peste negra", com consequências sociais relevantes.

Da mesma época é o drama da morte de Inês de Castro, para o qual se propõe explicação diferente da que até hoje nos deram.

A crise europeia enche de sombras o reinado de D. Fernando, que além de um casamento afrontoso para o povo, comete os erros de inúteis guerras com Castela e da publicação de leis que impõem o trabalho rural obrigatório. São estes os dados que desencadeiam a crise dinástica que encontra como expoentes o mestre de Avis e Nuno Álvares Pereira e que introduzem uma época nova, marcada pelo triunfo dos interesses da alta burguesia e pela conquista de Ceuta em 1415.

Volume III - Da Expansão à Restauração (1415-1640)

O Século XV é marcado em Portugal pela expansão atlântica, com a descoberta de toda a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança e pela tentativa da formação de um império norte-africano, e fundação de cidades-fortalezas no litoral do Magrebe.
 
Portugal intervém na política ibérica a propósito da sucessão do trono espanhol. O Rei D. João II define uma enérgica política de autoridade monárquica e concebe o plano de uma ligação marítima direta entre Lisboa e os portos asiáticos produtores de especiarias. A viagem de Vasco da Gama inicia o ciclo do Império Oriental, mas a tragédia de Alcácer Quibir e a morte de D. Sebastião afundam o país numa crise que conduz à perda da independência.

Volume IV - Iluminismo - Pombalismo - Revolução Liberal e Regeneração (1640-1851)

À Restauração de 1640 segue-se uma prolongada guerra que só termina em 1668 e fez mergulhar o País numa crise profunda. É a economia do Brasil que está na base da política adotada por D. João V e também das ousadas reformas empreendidas pelo Marquês de Pombal que visam modernizar o Estado e consolidar o poder monárquico.

No fim do século XVIII as repercussões das Invasões Francesas fazem-se sentir em toda a Europa e Portugal alinha juntamente com a Inglaterra nas coligações antirrevolucionárias. Isso provoca as Invasões Francesas e a retirada da corte para o Brasil, com a criação de um vácuo da autoridade que desencadeia a Revolução Liberal do Porto, em 1820.


Volume V - Da Regeneração à República (1851-1910)

Com a Regeneração instala-se uma relativa paz política durante a qual é possível realizar um amplo programa de melhoramentos materiais: estradas, vias férreas e telégrafos. Os partidos Regenerador e Histórico revezam-se no poder com regularidade, durante os reinados de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís. Cresce rapidamente a classe média, aumenta a população das cidades e a emigração acentua-se. A colonização dos territórios africanos progride com rapidez e o Governo português projeta estender a soberania de Portugal desde Angola à costa do Índico.
 
Mas esse projeto foi interrompido por um Ultimatum inglês que emocionou todo o País. O Rei e o Governo monárquico foram acusados de não saber defender os interesses nacionais, e o Partido Republicano aumentou o seu dinamismo, ao mesmo ritmo em que se desacreditavam os partidos monárquicos. Uma revolta de civis e militares pôs termo ao regime monárquico e proclamou a República em 1910.


Volume VI - Do 5 de Outubro à Atualidade (1910-2002)

Proclamada a República foi elaborada nova Constituição, acentuadamente parlamentarista. Em 1916, para evitar a perda das suas colónias, Portugal entrou na Primeira Guerra Mundial. Mas o desgaste do pós-guerra e uma crise nacional geral tiveram por efeito a ditadura militar que governou Portugal desde 1926 a 1933. Por iniciativa dos setores nacionalistas e conservadores foi aprovada uma Constituição presidencialista que vigorou até 1974.

É esse o período a que se dá o nome de Estado Novo. A fadiga da Guerra Colonial e a crise política provocaram o fim da Segunda República em 25 de abril de 1974. Após um período turbulento restabeleceu-se a democracia. Portugal vira-se então para a Europa.
 

sábado, 28 de julho de 2012

Home - O Mundo é a Nossa Casa


Este documentário analisa o impacto negativo que o homem tem exercido no nosso planeta nos últimos 200 mil anos e que coloca em risco iminente o equilíbrio estabelecido por quase 4 biliões de anos de evolução.

Com Home efetuamos uma viagem única por mais de 50 países, com uma vista privilegiada através de extraordinárias imagens aéreas. No fundo, constitui um forte alerta ao atual consumismo excessivo e um encorajamento a um comportamento mais responsável, capaz de proteger o nosso mundo – a nossa casa.

Donos de Portugal

Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.

Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.

No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui.

Produzido para a RTP 2 no âmbito do Instituto de História Contemporânea, o filme tem montagem de Edgar Feldman e locução de Fernando Alves.

Donos de Portugal é baseado no livro homónimo de Jorge Costa, Cecília Honório, Luís Fazenda, Francisco Louçã e Fernando Rosas, editado em 2011 pela Afrontamento.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Portugal, Um Retrato Social



São 7 episódios que tencionam retratar a sociedade portuguesa contemporânea. O autor António Barreto (sociólogo) tentou responder às perguntas mais simples. Quem somos? Onde vivemos? Como trabalhamos? Que saúde, que educação e que justiça temos? e conseguiu criar materiais fundamentais para compreender um pouco melhor o Portugal de hoje.

Para isso, o autor recorreu à comparação com o que Portugal era há três ou quatro décadas e sublinhou especialmente as grandes mudanças ocorridas desde então. É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos.

1 - Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos?

Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.



2 - Ganhar o pão: O que fazemos?
 
O trabalho mudou muito nestas últimas décadas. A maioria dos portugueses trabalha nos serviços. Poucos trabalham na agricultura e ainda menos nas pescas. Muitos emigraram. As mulheres são metade das pessoas que trabalham, o que é uma grande diferença com o passado recente. Com a integração europeia, a economia portuguesa fez uma grande mudança. Todos vivem melhor, mas há muitas empresas que não conseguiram adaptar-se às novas condições.



3 - Mudar de vida: O fim da sociedade rural

A sociedade contemporânea, urbana, era ainda há pouco tempo rural. Mudou muito depressa. Muitos portugueses emigraram, a maior parte saiu das aldeias e foi viver para as cidades e para o litoral. O campo está despovoado. As cidades cresceram. As estradas aproximaram as regiões. Nas áreas metropolitanas, organizou-se uma nova vida quotidiana. Há mais conforto dentro das casas, mas as condições de vida nas cidades são difíceis.



4 - Nós e os outros: Uma sociedade plural

Há quarenta anos, havia só um povo, uma etnia, uma língua, uma cultura, uma religião e uma política. Hoje, Portugal é uma sociedade plural. Primeiro a emigração e o turismo, depois a democracia, finalmente os imigrantes estrangeiros, fizeram de Portugal uma sociedade aberta. Falam-se todas as línguas, reza-se a todos os deuses, há todas as convicções políticas. Os Portugueses aprendem a viver com os outros.



5 – Cidadãos: Direitos políticos e sociais


Com a sociedade aberta, a democracia, a integração europeia e o crescimento económico, os Portugueses são hoje cidadãos plenos pela primeira vez na sua história. Têm os direitos políticos e sociais e as respetivas garantias. As mulheres são iguais aos homens. Mas a justiça, que deveria acompanhar este progresso e adaptar-se à nova sociedade, tem dificuldades em garantir os direitos dos cidadãos.



6 - Igualdade e conflito: As relações sociais

As famílias portuguesas têm hoje mais rendimentos e mais conforto. Em vinte ou trinta anos, o bem-estar melhorou mais que nos cem anteriores. Cresceram as classes médias. Desenvolveu-se a sociedade de consumo de massas. O comércio, as modas, a escola, a televisão e a cultura fazem uma sociedade onde todos parecem iguais. Mas subsistem diferenças muito importantes de classes, de poder económico, de geração, de sexo e de região.



7 - Um país como os outros: A formação de uma sociedade europeia

Portugal já não se distingue, na Europa, como o país da ditadura, da pobreza e do analfabetismo. Embora ainda atrasado, os Portugueses são hoje cidadãos livres e têm acesso aos grandes serviços do Estado de Proteção Social. A educação, a segurança social e a saúde são para todos. Mas ainda há insuficiências, corrupção e desperdício. E deficiências na saúde, na educação, na segurança social e na justiça.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

sábado, 19 de maio de 2012

Avaliação do Programa Novas Oportunidades - 18/05/2012

Apresentação da Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário e do Secretário de Estado do Emprego

Novas Oportunidades - SEEBS - SEE

View more presentations from ctome.


Apresentação do Professor Francisco Lima – Instituto Superior Técnico

domingo, 29 de abril de 2012

Estratégia Europa 2020




O Centro e-Learning da TecMinho, em colaboração com a Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, o Centro de Computação Gráfica, e o Gabinete de Apoio ao Ensino da Universidade do Minho lançaram o projeto "Estratégia Europa 2020", numa iniciativa da Comissão Europeia, através do seu Organismo Intermédio Centro de Informação Europeia Jacques Delors.

Os 5 webcasts aqui disponíveis constituem parte dos 5 workshops promovidos em Braga dedicados às temáticas: Fundamentos da Estratégia Europa 2020; Estudar e Trabalhar no Estrangeiro; Crescimento Sustentável e Energia; Empreendedorismo e Criação do Próprio Emprego; e A Crise Económica e a Posição da União Europeia na Economia Mundial.


1 - Fundamentos da Estratégia Europa 2020

Dedicado à temática "Fundamentos da Estratégia Europa 2020", a Prof.ª Sílvia Sousa (docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho), procura focar os objetivos da Estratégia Europa 2020, seu contexto, e antecedentes.





2 - Estudar e Trabalhar no Estrangeiro

Sob o tema "Estudar e Trabalhar no Estrangeiro", o Prof. João Cerejeira (docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho) caracteriza o objetivo "Crescimento Inteligente" no âmbito da Estratégia Europa 2020, e as metas estabelecidas para Portugal em termos de Emprego e Educação. A iniciativa Europeia "Juventude em Movimento" é, ainda, apresentada, no quadro da Nova Agenda Europeia.





3 - Crescimento Sustentável e Energia

Centrado no tópico "Crescimento Sustentável e Energia", a Prof.ª Rita Sousa (docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho e Membro da Delegação Portuguesa à Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas) aborda questões prioritárias para a Estratégia Europa 2020 nesta área, como a eficiência energética, mercado de emissões de CO2, aquecimento global, e a importância de mecanismos de desenvolvimento limpo.





4 - Empreendedorismo e Criação do Próprio Emprego

O que é o Empreendedorismo, a importância de ser empreendedor, e a passagem da ideia à oportunidade são os temas centrais abordados pela Prof.ª Elisabete Sá (docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho).





5 - A Crise Económica e Posição da UE na Economia Mundial

A concorrência das economias emergentes e o lugar da economia da União Europeia no mundo; o pré e o pós-crise e os objetivos da Europa 2020; e a crise da dívida soberana e da área do euro são abordados pelo Prof. Fernando Alexandre (docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho).


domingo, 1 de abril de 2012

Idosos em Portugal - Pobreza e Solidão

Rita Patrícia Oliveira Eusébio
Certificada em 16/12/2011
Curso EFA-NS - Tipo B

A Pobreza Infantil em Portugal

Sandra Filipa Vitorino Isidoro de Jesus
Certificada em 16/12/2011
Curso EFA-NS - Tipo B

quarta-feira, 28 de março de 2012

Feliz Páscoa


Páscoa é dizer “sim” ao amor e à vida; é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor.


terça-feira, 27 de março de 2012

CNO da Eça de Queirós - 60º Júri de Certificação NB - 27/03/2012


Apresentação de Ana Maria Carvalho

Ana Maria Carneiro Afonso Domingues de Carvalho
Certificada em 23/03/2012
RVCC - Nível Secundário

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Aprendizagem ao Longo da Vida

SEMINÁRIO

Aprendizagem ao longo da vida: dificuldades e desafios
15 de fevereiro de 2012 - Centro de Congressos de Lisboa


1º Painel:

Centros de aprendizagem ao longo da vida - uma proposta de roteiro para Portugal
Rodrigo Queiroz e Melo - UCP


2º Painel:

O desenvolvimento de redes locais de qualificação - fatores críticos e sustentabilidade
Ana Cláudia Valente - UCP

CNO da Eça de Queirós - 26º Júri de Certificação NS - 17/02/2012

Equipa de RVCC-NB




Equipa de RVCC-NB (da esquerda para a direita):
·     Ana Isabel Ferreira - Profissional de RVC
·     Rui Silva - Formador de MV/TIC
·     Ana Isabel Fonseca - Formadora de CE/LC
·     Teresa Pinto - Profissional de RVC